


Composição: Luiza Possi e Dudu Falcão

Mudaram as estações
E nada mudou
Mas eu sei
Que alguma coisa aconteceu
Está tudo assim tão diferente...
Se lembra quando a gente
Chegou um dia a acreditar
Que tudo era prá sempre
Sem saber
Que o pra sempre
Sempre acaba...
Mas nada vai
Conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém
Só penso em você
E aí então estamos bem...
Mesmo com tantos motivos
Prá deixar tudo como está
E nem desistir, nem tentar
Agora tanto faz
Estamos indo de volta prá casa...
Essa letra resume tudo. Amores, quem nunca os teve? Mas insisto para vocês a felicidade está atrás do muro, por favor pulem. Decidam o que é melhor pra vocês antes que seja tarde!

Mesmo se tentasse explicar qual o significado da palavra amor jamais se esgotaria... Assim como as gotas do mar revolto.
Ame sem Medo ou Vergonha...
Apaixone – se hoje, amanhã e eternamente
Sobre a ponta da faca.
E até mesmo me perdi nas linhas
de minha inocência...
Tentei segurar o máximo que pude
na certeza de não apagar o instante
perfeito e sensacionalista de minha vida!
Escutei o coaxar dos sapos, quanta harmonia.
Uma chuva fina que começava fraquinha quase
que sem forças e que passado alguns minutos
ela aumentava e encharcava a grama do jardim.
Fiquei alguns minutos vendo o Sol ir embora mesmo sabendo
que ele voltaria... mas nunca seria o mesmo porque ele
tinha personalidade e eu o entendia, claro!
Mesmo tentando evitar que nenhum momento escapasse
de meus sonhos e de minhas realidades ali sentidas...
É que me encontro perdida por esse sentimento,
que por quase toda minha existência pudesse
compreender... é a saudade que vai ficar agora
sim a saudade de reviver através de sonhos
ou de poesias que eu fiz para preencher a dor
que um amor pode deixar mas nunca desaparecer.
Ah, não, a faca acabou de escapar de meus dedos.
A dor não é a mesma que sinto por você...
É uma razão que prende meus lábios
e não tem explicação.
RASOSobre
RosoSuper
NOSSOSegredos
(06/01/2009)


(Tatyane Diniz)
Meu guarda-chuva!?
Não quero guardar a chuva!
A Chuva é que me guarda!
Passarinhos de gotas molhadas
Nas poças espalhadas
Um véu cristalino na retagurada!


Um animal (Tatyane Diniz)
Devora a presa
Como se fosse
O melhor banquete
Que já havia comido.
Saciada a fome
Vai para sua toca.
Passa dias sem se alimentar.
Vai a floresta novamente.
E de repente, outra presa.
O que ele fez?
Não faço a menor idéia.
Ele a prende em seus caminhos
Alimenta a de doçura.
É chegada a hora do jantar...
Ele a comeu?
Hum, como ela é gostosinha!?
Apesar da vontade em saciar sua fome
O animal começa a
Lambê-la por inteiro.
E em seguida... tira a da sua toca.
Mas a presa ao ver a liberdade
Necessita do animal para nutri-la
Da mesma forma que a fera.

Tatyane Diniz



