Author: Tatyane Diniz
•00:23
Querida Sylvia Plath

Tantas vezes presa
Pelo silêncio de seus poemas.
Na plenitude de seu amor
Atravesso o horizonte,
E desmancho lençóis de
Corpo nu no apartamento
Depurado na decepção de críticas.
Será que ainda vou te lembrar,
Nas minhas simples pinturas
Do quadro?
Será para sempre lembrada!
Outras esquisitices da alma
Nem o suicídio explicaria
O peso de suas palavras
Deixadas para nós, mulheres:
Poetisas com alma e flor
Brutas de encantamento!

Tatyane Diniz Viana
23/02/2012
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3 comentários:

On 1 de novembro de 2012 22:20 , AMO SINIESTRO disse...

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On 22 de abril de 2013 21:17 , ACADEMIA MACHADENSE DE LETRAS disse...

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On 25 de setembro de 2013 11:15 , Anchieta Gueiros de Barros disse...

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