Author: Tatyane Diniz
•01:19

Recados Especiais!!!
O meu amor por você
É igual ao seu por mim.
Nem metade nem inteiro.
Ambos nos completamos
Não existe fração!
Para as coisas do coração.
Quem sou eu?
Alguém de carne e osso buscando a cada dia ser eu mesma. Ainda não consegui trilhar uma composição de como uma pessoa possa ser. No teatro da vida há muitos disfaces. Use o seu: Seja sempre você!
Te amar é viver... é sorrir e entender que nossas vidas fazem sentido porque encontramos o amor!
Tatyane Diniz
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Author: Tatyane Diniz
•22:22
PRECISO...
Preciso ser alegre quando se está triste.
Preciso disfaçar momentos entre borboletas e caramujos.
O verde que emplasta os campos são amarelos... amarelos!!!
Preciso escoder até Você de mim.
Preciso e sei que não é perfeito.
Para não acabar de vez...
Rego-o dentro de mim.
Tatyane Diniz
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Author: Tatyane Diniz
•21:56
COMO EU TE AMO!
(Tatyane Diniz)
(R.F.M)
Amo te como um louco,
a procura da certeza de tudo que não é racional.
Amo te como um estudante,
a busca do próprio conhecimento
de si e dos outros.
Amo te como uma mãe,
a velar pelos dias doentes.
Amo te como um professor,
a não dá aula e sim ensinamento.
Amo te como um pai,
a gostar de futebol e incentivá-lo "no time".
Amo te como amigo,
a que sempre poderá contar.
Amo te como irmão,
a doar sangue ou correr atrás do
seu para salvá-lo.
Amo te como princesa,
a mostrar que os contos de fadas
existem nesse mundo comtemporâneo.
Amo te mais ainda como namorada...
a estar presente em sua vida
preenchida de amor e alegria!
Que não tem tempo nem hora marcada.
Não importa... nada importa
o que sinto por ti é mais forte que
qualquer "tipo de amor".
É uma doação, uma entrega sem fim
um sentimento que vai além de mim.
Que deixa me assim:
completamente fora de mim!
Te amo!
(Tatyane Diniz) 18/08/2008-22:21
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Author: Tatyane Diniz
•21:12

Sedução(Tatyane Diniz)
~~*~~
Rasteja pelo chão
O chamado da pegada.
Alguém passou por ali,
Existem marcas até no orifício
Na marca pregada no pé.
Um homem sem ensinamentos
Louco para saciar sua sede
De ressentimentos,
Explora a pobre menina
Falecida... na areia da praia!
E só se escuta o som do mar,
As ondas chegam até os pés daquela
Pobre infeliz... esquecida.
Mas o homem loucamente
Acolhe em seus braços
Corre para o mar!!!
Lança rosas com a menina
Deita-se ali... espera-se
que o mar a leve
para junto... no fundo
do coração do oceano.
Onde se transforma
em sereia renascida pela areia.
(29-07-2008)
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Author: Tatyane Diniz
•01:15

Cada momento em nossa vida se torna frágil diante dos intermédios alheios que preciso suportar. É a perda daquilo que você não consegue se desfazer. O ruim mesmo é a separação de algo que não dá para deixar para amanhã... depois ou então quem sabe naquele dia em que aparecer uma visita em sua casa e fingir estar tudo bem! No final... o dia acaba a noite chega e mais um segundo que passa morre aos poucos a esperança de ver ou ser aquilo que você projetou por toda a vida.
É, também não é fácil, suportar as palavras ditas ou malditas do outro lado da rotina que persiste não ter fim. Uma brisa fina... alivia meu rosto... acalma-me como camomila, um bálsamo que em dias térridos... inacabados insistem em querer fazer parte do que mais abobina, instaura-se no beco da latente brisa, agora vira uma ventania.
Ando parada, a vida continua, o dia sempre volta, a noite vem com estrelas... isso quando se quer uma noite estrelada. A falta de apoio e de quem acredite que você pode ser alguém importante para alguém hoje para mim não faz sentido, pelo menos agora... nesse exato momento.
(11/08/2008) Tatyane Diniz
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Author: Tatyane Diniz
•23:09

Longe de casa (Tatyane Diniz)
A estrada é infinita,
Mochila pesada.
Costas macias na
Contra-mão da esquina.
Jogo sujo...
Cortina de flores
Seu pérfume exala
Os poros de sangue.
Da menina que
Balança-se na árvore
Seca... gelada.
Os sonhos... os segredos
Trancados numa caixa
Suja, intocada,
Quase que transparente.
Ao abri-la ela devolve
Toda a podridão.
A menina que brincava na árvore
Expulsa o egoísmo de seu coração.
(20/07/2008)
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Author: Tatyane Diniz
•19:40
FALANDO COM AS ESTRELAS (Tatyane Diniz) Como é que diria para
As estrelas que estou amando
De verdade?
Nunca encontrei alguém
Que me realizar-se por inteira.
As estrelas podem surgir
Todas as noites no céu.
Mas outrora podem desaparecer
E nem ao menos dizer:
- Espera!!! Volto a te ver!
Já sei, falarei com Vênus.
Serás ele o planeta do amor?
Questionará minhas dúvidas
Porque sabe de mim e do meu amor?
Se for amor impossível
Irás me desapontar?
Meu amor é incrível
Por céus vou amar.
Estrela onde devo te encontrar?
Estou cansada de acordar...
O que resta é apenas sonhar
Meus desejos você realizar!
(1998)
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Author: Tatyane Diniz
•19:52

Era tão esplendida e magnífica aquela manhã. Não era uma manhã do dia-a-dia. O amanhecer nutria o seu jardim. Ela tinha uma verdadeira adoração por cravos vermelhos, amarelos, rosos e laranjas. Entendia que cada cravo nos reserva um ensinamento, ou melhor, nos desperte a sensibilidade.
Há aqueles que destacam-se na natureza pela exuberância das cores, mas seu substantivo é ser cravo, não importa.
Por isso, colha agora, não deixe que a noite o faças perecer. Sinta a emoção fluir no prazer que ele irá te proporcionar.
(21/05/2007)
A LÍNGUA LIGA MINHA FALA NESTE CONTEXTO UNIVERSAL. PORÉM, PREFIRO SER INDIVIDUAL!
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COM A CANETA ME ENTENDO
O PAPEL SENTE A SAUDADE.
O CARINHO AO ENVIAR
MANDAR MEUS VERSOS A TI,
CANTADOS EM LUAR.
MOLHADOS DE DÚVIDA
INSEGURANÇA EM AMAR.
AMASSADO, AMARELADO
AS PALAVRAS NÃO PODEM
SE DESMANCHAR.
FATOS ÍNTIMOS AO LEITOR
SOU RECEPTOR , A POESIA.
CHEGA DEPRESSA A NOTÍCIA...
BEIJOS SOBRE A CARTA,
MINHA ÚNICA ESPERANÇA
É ABERTA EM SUAS MÃOS,
DEVOLVA-ME POR FAVOR, A RESPOSTA
E NÃO ESQUECE, ANSEIO DE EMOÇÃO.
(08/10/98)
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Author: Tatyane Diniz
•22:27

O QUE É A POESIA?
Um tanto difícil de ser respondida!
Poesia deve ser saboreada, sentida... tocada.
É o sol que nos queima pela tarde e pelo fim do dia.
Uma música clássica cheia de significados.
Obra rara de se encontrar
Beijos longos ao luar
Primavera inusitada
Poesia não há significado,
Existe em cada ato de misericórdia
Praticada pelo próximo.
Observe a vida com alegria
A poesia é prova de que existir
É a semente da sabedoria
Quanto mais se lê
Mas difícil de ser compreendida.
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Author: Tatyane Diniz
•23:06
POR QUE?
A CADA DIA QUE PASSA...
ME CONVENÇO QUE A DOR TEM FARSA,
AQUI, SENTADO NA PRAÇA
TOMANDO ANALGÉSICO DE GRAÇA!
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Author: Tatyane Diniz
•13:43
Poder!Em uma piscina cheia de significados as palavras afundam-se nas mais variadas vertentes. Somente elas podem dizer a real harmonia das profundezas
quando se quer dizer algo ou então ficarem quietas na cabeça de alguém.
Isso quando elas permitem... Mas o poder das benditas fazem a maior diferença quando conseguimos expressar nossas atitudes.
Ainda bem que a escrita delas é uma forma de exprimir opniões... diga-se de passagem,
lavar sua alma... a melhor palavra seria essa: desabafar ou explodir. Portanto, permita-se algumas vezes
entender seu vocabulário mental, vai entender ou entregar-se?
13-04-08 (Tatyane Diniz)
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Author: Tatyane Diniz
•00:51
Clara
(Tatyane Diniz)
Era uma vez uma menina branca da cor do leite que ela bebia todos os dias. De um tom pálido adorava passear na praia, mesmo que a cor descorada dela fosse queimada pelo sol. Alva como as espumas do mar que molhavam seu corpo misturando-se com a total brancura da epiderme. E que apesar de sua doçura contagiante parecia açúcar de confeiteiro em bolo de aniversário. Identificava-se igual às outras crianças e não a deixaria de ser porque a cor branca decompõe as demais cores.
Como de costume, sua mãe escura levava a garota clara para a casa de sua avó. A vovó rosa trabalhava na feira-livre da cidade aos domingos. Dia perfeito para reunir os netos e fazer aquela festa. Crianças de muitas cores correndo pela casa para ver quem dava o primeiro abraço na vovó morango e em troca recebiam o que ela trazia na sua cestinha: frutas, verduras, sucos, refrigerantes, pipocas, doces etc, afinal, tudo que um ser pequeno gosta, agradando-se assim neto por neto.
Um dia a garota do branco do ovo recebeu da vovó rosada uma fruta gostosa, a banana. Não que ela nunca tivesse comido essa fruta, aquela era especial e mágica. Nos domingos sempre comia mais e mais. E de repente, notou que um pontinho preto fazia parte do cenário da pele agora. Imagine um copo de leite com uma mosca caída dentro desse líquido? Durante toda sua existência fora branca de sinais e que à medida que saboreava a fruta, símbolo da alimentação dos macacos fazia sentido naquele exato momento. Perdeu a conta de quantas pintas enfeitavam seu corpo.
O que a menina cal não compreendia era o porquê da mãe cor de café quente que também comia banana não possuía pinta alguma. Vai ver é a maldade estampada pela tristeza de seu sorriso. Como, se a vovó rosa bebê e tão delicada e alegre?
A mãe cor de chocolate meio amargo é viúva e desde que o pai da menina translúcida morreu, a vida dela não tinha o colorido do arco-íris.
Embora, a mãe petróleo não conseguisse sorrir, era a vovó rosinha que preenchia os espaços vazios brancos não escritos que ainda restavam da pele da criança. Entendia que depois de tanto tempo que esses pinguinhos escuros minúsculos eram lágrimas da mãe. Apenas não queria suportar a idéia que as gotas de carvão da mãe pintasse seu corpo por inteiro. Porque as marcas da menina do branco do olho estão tatuadas para sempre no corpo da menor, dentro do coração.
17-03-08.
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