Author: Tatyane Diniz
•23:02

Hoje o meu sorriso se desfez
Na cabeça do olhar de uma carranca!
Mas é feia!!!
Logo me lembrei de Ana das Carrancas...
Foi da feiura que ela alimentou seus filhos...
O seu amor.
Seu grande amor!
Santa mulher que soube alimentar almas.
E os sorrisos perversos de sua arte!
A parte crítica da arte fica em segundo plano.
Talvez ela nem soubesse o que é estética, recepção...
Mas ela dava vida ao seu trabalho e
Significado a sua existência íntima!!!

(Tatyane Diniz)
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2 comentários:

On 4 de setembro de 2011 16:17 , Alexandre da Fonseca disse...

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On 6 de setembro de 2011 08:39 , Por que você faz poema? disse...

Sempre gostei de carrancas,
na casa da minha avó tinha uma que tomava conta da porta do quintal.